Há vagas para o existencialismo nos quadrinhos desde que Winsor McCay (1869-1934) puxou os lençóis de Little Nemo pela primeira vez, em 1905. Só que o dorminhoco Nemo, cujo inconsciente dá formas circenses a seus sonhos de picadeiro, não teria malícia suficiente para compreender o que há de existencial nos arranjos de tintas e letras [...]
